quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Conceito, da base aos profissionais


Começou mal.
Tudo errado.
Para quê contratar esse Chiquinho?
Jogador chinelinho foi reserva da Ponte.
Teve passagem pífia pelo Fluminense.
Joga bem menos que o menino da base Leandrinho.
Não tinham contratado o Clodoaldo para ser gerente de futebol?
Será que ele não viu isso? Clodoaldo está atualizado? Conhece jogadores? É capaz de montar times fortes, baratos e eficientes?
Ou é a sequência de pontepretanização que estão querendo?
Aranha, Cicinho, Renê Jr., Rildo, Chiquinho...esses todos vieram da Ponte. A Macaca não os quis mais. Facilitou a saída de todos e montou um time bem mais eficiente e subiu.
Adoram jogadores de Campinas..
Do Guarani já trouxeram Rodriguinho, Maranhão, Neto, Éverton Páscoa, Citadini. Será que esqueci de algum?
O Santos não precisa de novos jogadores, pelo contrário, tem que dispensar vários, todos os que ganham acima de 100 mil reais.
O Santos precisa de padronização tática, precisa de um gerente de futebol que conheça muito, como o do Palmeiras, Alexandre Mattos. Mas existem outros, muitos outros, bons gerentes de futebol.
O clube tem que trazer um profissional desses, que saiba montar times baratos e que fará parte do clube, será responsável pelo patrimonio mobilizado do clube. Tem que criar uma cultura, estabelecer um modo de jogar futebol que será uma espécie de marca do clube, o DNA (2015) do clube, que deveria ser adotado em todas as categorias amadoras do clube. 
O técnico só teria o trabalho de fazer as peças jogarem de acordo com o estabelecido e registrado em cartório ou que fizesse parte do estatuto. Um modo de jogar com suas variações, tudo isso com suporte da tecnologia, da TIC, Big Data & Analytics.
Um técnico como Doriva, Narcisão ou Argel, seria suficiente se o clube tivesse uma diretoria de futebol forte, que estabelecesse nosso modo de jogar. Com a base seguindo o mesmo conceito de jogo, ficaria fácil repor jogadores. 
É por falta de se estabelecer este conceito único e próprio do clube é que muitos jovens da base não vingam no profissional. 
O profissional não pode ser um mundo novo para os jovens que sobem. A acensão ao profissional tem que ser soft, suave, sem solavancos...
Meu Deus, até quando?!!!

3 comentários:

  1. Com algumas exceções, quem tem por volta de 60 anos vive num mundo muito diferente do atual. Essa fase de transição, enquanto houverem essas velharias e velhacos na política, no esporte, nas empresas e na educação, viveremos essa mediocridade.

    ResponderExcluir
  2. Se Chiquinho é pior que Leandrinho, o qual não joga absolutamente nada, então estamos ferrados mesmo. Estamos fadados a fazer companhia à Portuguesa Santista e ao Jabaquara, não demora muito....

    ResponderExcluir
  3. NÃO SEI SE DOU MAIS RISADAS COM OS CARTUNS DO CHARLIE HEBDO OU COM ESSA DIRETORIA!

    TBM NÃO SEI SE CHORO PELOS CARTUNISTAS DO CHARLIE HEBDO OU PELAS CONTRATAÇÕES DESSA DIRETORIA!

    ResponderExcluir

O comentário não representa a opinião do blog Memorias-Sonhos-Reflexoes e é de total responsabilidade do autor da mensagem.